quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O sucesso na apresentação do trabalho de conclusão de curso

Escolher bem o orientador (e a banca), bem como ter segurança no tema apresentado, são pontos importantes

Por Flávia Furlan Nunes, InfoMoney

O que determina o sucesso na apresentação de um trabalho de conclusão de curso (TCC), exigido ao término da graduação? Na opinião da vice-diretora da FEA (Faculdade de Economia e Administração) e professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), Elisabete Adami, a resposta seria a segurança no conteúdo.
"O primeiro fator fundamental é o aluno ter segurança sobre o trabalho que fez. O grande erro é não conhecer bem o tema", afirmou.

Orientador
De acordo com Elisabete, se há uma falha no momento da apresentação do trabalho, a culpa também é do orientador, que não cobrou dos alunos a discussão sobre o tema, para que eles desenvolvessem de forma mais clara e objetiva. Para a professora, 80% do sucesso da apresentação do TCC são responsabilidade do orientador.
"Quando oriento, faço com que os alunos treinem, com que respondam perguntas difíceis. Faço o papel do advogado do diabo. Eles enfrentam tantas dificuldades no processo que já vão preparados para a banca", disse.
Por isso, é preciso saber escolher bem o orientador. Os principais quesitos a serem analisados nesse momento são o conhecimento que ele possui do tema que será tratado e também de metodologia de trabalho, já que ela pesa bastante na nota final. 

Banca
Na escolha da banca, esses mesmos quesitos devem ser considerados. Em relação ao comportamento do aluno, nesse momento, confira as orientações dadas pela professora:
  • Tenha calma durante a exposição;
  • Não encare a banca como inimiga;
  • Respeite as questões que ela coloca;
  • Responda delicadamente;
  • Cumpra o horário para a resposta.

Falando de amor... É necessidade ou oportunidade?!

Ahhh... O texto abaixo me faz refletir o quanto sou exclusivista e sobre os tantos erros que ainda cometo! Mudar e crescer dói...Acertar requer esforço, conversão interior. Preciso aprender a amar. Amar é oportunidade! E começa pela compreensão plena da palavra "necessidade"... A necessidade da outra pessoa!

"Quando as necessidades de outra pessoa tornam-se muito importantes para nós, até mesmo mais importantes do que as nossas, podemos dizer que amamos. O amor só está presente em nós quando somos capazes de enxergar além de nossas muralhas pessoais. Enquanto estivermos encerrados em nosso quintal interno, não podemos dizer que amamos"

Fonte: http://www.ogrupo.org.br/arte-amar.asp

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Quem vem depois da Geração Y? Novo perfil de profissional já sonda o mercado

Eles ainda não entraram no mercado de trabalho. Mas comportamento da Geração "Z" mudará a dinâmica nas empresas.

Afirmam que fazem parte dessa geração quem nasceu em 1990. Outros dizem que somente aqueles que nasceram a partir de 1994 são os “Zs”. E para alguns, esses profissionais nasceram a partir de 2000. A geração “Z” têm ânsia por crescer e, diferentemente da geração Y (atual), entrarão no mercado nos próximos anos e se preocupam com outras questões muito além do sucesso dentro da empresa, tais como: sustentação do planeta, qualidade de vida, sua própria evolução em termos de bem-estar, equilíbrio entre trabalho e lazer.
Serão profissionais que usarão a tecnologia para construir e customizar seus próprios equipamentos, com um novo perfil profissional: a criatividade. Empresas de tecnologia, que permitam um trabalho criativo e com horário flexível, serão as mais requisitadas pela nova geração.
Veja o artigo completo de Camila F. de Mendonça, InfoMoney, em Carreira RH

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Mídia TV e impressa perdem espaço para mídias digitais nos EUA

Em busca de tendências, eMarketer* analisou os dados de dezenas de empresas de pesquisa
* (Research and Analysis on Digital Marketing and Media, http://www.emarketer.com/Welcome.aspx)


Como atuante/planejador de mídia, me rendo cada vez mais a mídia digital. Interativa, dinâmica, abrangente e acessível a todos as formas de negócios! Sua força no Brasil é tão intensa quanto nos EUA? Há anos, tenho preferência por considerá-la em estratégias de mídia.


Os dispositivos móveis tendem a ganhar cada vez maior atenção, enquanto TV, mídia impressa e rádio devem perder lentamente espaço para a mídia digital. Os analistas da eMarketer recomendam que os anunciantes fiquem atentos às tendências de comportamento de mídia dos consumidores para planejar suas estratégias para os próximos anos.
Em 2010, os consumidores:

  • gastaram uma média de 4 horas e 24 minutos por dia assistindo TV e vídeo;
  • ficaram conectados por 2 horas e 35 minutos;
  • os dispositivos móveis receberam uma média de 50 minutos de atenção diária;
  • e 50 minutos foram alocados para jornais e revistas juntos. 

O eMarketer prevê que o tempo gasto com aparelhos móveis continuará a crescer, ultrapassando a mídia impressa. Mais detalhes, confiram no endereço abaixo, no artigo de Claudia Penteado (Propmark, Mercado).


Fonte: http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=62215&sid=6 

Você busca por informações sobre saúde na internet?

81% das pessoas que acessam a internet usam a rede para pesquisar sobre saúde, remédios ou médicos e os brasileiros estão em quarto lugar. Os russos estão em primeiro lugar, seguidos pelos chineses e os mexicanos em terceiro lugar. Os franceses são os que menos procuram esse tipo de informação.  Informações completas no site abaixo, do jornal O GLOBO, que aborda a metodologia da pesquisa internacional de saúde Bupa Health Pulse que entrevistou mais de 12 mil pessoas em 12 países: Austrália, Inglaterra, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Rússia, Espanha, Brasil, México e Estados Unidos.
Fonte: http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/01/04/brasileiros-estao-em-quarto-lugar-na-busca-por-informacoes-sobre-saude-na-internet-segundo-pesquisa-internacional-923418262.asp

Administração e Negócios: Geração Y

Há um Mark Zuckerberg na sua empresa? Saiba como identificá-lo:


Aos 20 e poucos anos, Zuckerberg apresenta as virtudes e os vícios dos jovens inteligentes, impetuosos e ambiciosos da "era digital". Assunto do final de 2010 e será destaque em 2011, a rede social mais popular, o Facebook.

Leia o artigo completo escrito por Luiz Alberto Ferla, Administradores.com.br

FACULDADE GRATUITA PELA INTERNET OU PRESENCIAL

FACULDADE GRATUITA PELA INTERNET OU PRESENCIAL
“Curso de gratis” não é fácil encontrar, principalmente um bom curso gratis online. A Universidade de Stanford é uma das instituições de ensino mais respeitadas no mundo e nela se formaram algumas das melhores mentes da tecnologia. Tanto os fundadores do Google Sergey Brin e Larry Page quanto Steve Jobs, da Apple, fizeram curso superior de tecnologia em Stanford.
Vamos conferir a informação e perceber as oportunidades de atuação e de muitas pesquisas! 

ESPM oferece curso sobre o mercado de luxo

Programa integra curso de férias da entidade e será ministrado por Suzane Strehlau


A unidade paulistana da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) oferece, durante o período de férias, o curso “Marcas de luxo em produtos de consumo”. Ministradas pela autora do livro “Marketing de luxo”, Suzane Strehlau, as aulas buscam abordar o conceito geral do luxo, distinção social, as representações, o conhecimento embutido no consumo, as subcategorias do mercado e o perigo de diluição de marca, além de aspectos sobre o consumidor e os efeitos individuais em grupos da classe social.

O programa é aberto a todos os interessados, assim como outras 120 opções nas áreas de administração, comunicação, criatividade, design, propaganda, marketing, relações internacionais e pesquisa. Mais informações no site da ESPM: 
http://www.espm.br/ConhecaAEspm/Cursos/Pages/DetalheCurso.aspx?codCurso=893&CodUnidade=1.


domingo, 2 de janeiro de 2011

O nosso relevante papel, o que somos...

"Nós não somos o problema, SOMOS PARTE DA SOLUÇÃO".
Frase dita no programa Bom Dia Brasil em 13-10-2010, por Alexandre Garcia, sobre o resgate dos 33 mineiros soterrados em um acidente no deserto de Atakama, Chile.
Minha reflexão: São tantos os momentos de adversidades e recompensas que temos na vida. Já nascemos com qualidades e virtudes para construir o momento em que vivemos, somos cheios de esperanças e enriquecemos nossa sabedoria com o acúmulo de experiências. Hoje é um dia fascinante e nós somos parte da solução de um mundo melhor!
E você, o que sente e pensa?

sábado, 1 de janeiro de 2011

A escolha do seu par

Ponto de vista: Stephen Kanitz, Revista Veja, Edição 1877. 27 de outubro de 2004


"Nos bailes, as mulheres faziam um
verdadeiro teste psicológico, físico e
social de um futuro marido e obtinham
o que poucos testes psicológicos revelam"

Há trinta anos, os adolescentes encontravam o sexo oposto em bailes de salão organizados por clubes, igrejas ou pais responsáveis preocupados com o sucesso reprodutivo de seus rebentos.

Na dança de salão o homem tem uma série de obrigações, como cuidar da mulher, planejar o rumo, variar os passos, segurar com firmeza e orientar delicadamente o corpo de uma mulher. Homens levam três vezes mais tempo para aprender a dançar do que mulheres. Não que eles sejam menos inteligentes, mas porque têm muito mais funções a executar. Essa sobrecarga em cima do homem permite à mulher avaliar rapidamente a inteligência do seu par, a sua capacidade de planejamento, a sua reação em situações de stress. A mulher só precisa acompanhá-lo. Ela pode dedicar seu tempo exclusivamente à tarefa de avaliação do homem. 
Ilustração Ale Setti


Uma mulher precisa de muito mais informações do que um homem para se apaixonar, e a dança permitia a ela avaliar o homem na delicadeza do trato, na firmeza da condução, no carinho do toque, no companheirismo e no significado que ele dava ao seu par. Ela podia analisar como o homem lidava com o fracasso, quando inadvertidamente dava uma pisada no seu pé. Podia ver como ele se desculpava, se é que se desculpava, ou se era do tipo que culpava os outros.

Essa convenção social de antigamente permitia ao sexo feminino avaliar numa única noite vinte rapazes entre os 500 presentes num grande baile. As mulheres faziam um verdadeiro teste psicológico, físico e social de um futuro marido e obtinham o que poucos testes psicológicos revelam. Em poucos minutos conseguiam ter uma primeira noção de inteligência, criatividade, coordenação, tato, carinho, cooperação, paciência, perseverança e liderança de um futuro par.


Infelizmente, perdemos esse costume porque se começou a considerar a dança de salão uma submissão da mulher ao poder do homem, porque era o homem quem convidava e conduzia a mulher.

Criaram o disco dancing, em que homem e mulher dançam separados, o homem não mais conduz nem sequer toca no corpo da mulher. O som é tão elevado que nem dá para conversar, os usuais 130 decibéis nem permitem algum tipo de interação entre os sexos.

Por isso, os jovens criaram o costume de "ficar", o que permite a uma garota conhecer, pelo menos, um homem por noite sem compromisso, em vez de conhecer vinte rapazes numa noite, também sem compromissos maiores.


Pior: hoje o primeiro contato de fato de um rapaz com o corpo de uma mulher é no ato sexual, e no início é um desastre. Acabam fazendo sexo mecanicamente em vez de romanticamente como a extensão natural de um tango ou bolero. Grandes dançarinos são grandes amantes, e não é por coincidência que mulheres adoram homens que realmente sabem dançar e se apaixonam facilmente por eles.

Masculinizamos as mulheres no disco dancing em vez de tornar os homens mais sensíveis, carinhosos e preocupados com o trato do corpo da mulher. Não é por acaso que aumentou a violência no mundo, especialmente a violência contra as mulheres. Não é à toa que perdemos o romantismo, o companheirismo e a cooperação entre os sexos.


Hoje, uma garota ou um rapaz tem de escolher o seu par num grupo muito restrito de pretendentes, e com pouca informação de ambas as partes, ao contrário de antigamente.

Eu não acredito que homens virem monstros e mulheres virem megeras depois de casados. As pessoas mudam muito pouco ao longo da vida, na realidade elas continuam a ser o que eram antes de se casar. Você é que não percebeu, ou não soube avaliar, porque perdemos os mecanismos de antigamente de seleção a partir de um grupo enorme de possíveis candidatos.

Fico feliz ao notar a volta da dança de salão, dos cursos de forró, tango e bolero, em que novamente os dois sexos dançam juntos, colados e em harmonia. Entre o olhar interessado e o "ficar" descompromissado, eliminamos infelizmente uma importante etapa social que era dançar, costume de todos os povos desde o início dos tempos.

Se você for mãe de um filho, ajude a reintroduzir a dança de salão nos clubes, nas festas e nas igrejas, para que homens aprendam a lidar com carinho com o corpo de uma mulher.

Se você for mãe de uma filha, devolva a ela a oportunidade que seus pais lhe deram, em vez de deixar sua filha surda, casada com um brutamontes, confuso e insensível idiota.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)